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A Glória e Seu Cortejo de Horrores

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A glória e seu cortejo de horrores, novo romance de Fernanda Torres, autora de Fim, acompanha as desventuras de Mario Cardoso, um ator de meia idade, dos dias de sucesso como astro de telenovela até a total derrocada quando decide encenar uma versão de Rei Lear – e as coisas não saem exatamente como esperava. Mescla eletrizante de comédia de erros e retrato do artista, o l A glória e seu cortejo de horrores, novo romance de Fernanda Torres, autora de Fim, acompanha as desventuras de Mario Cardoso, um ator de meia idade, dos dias de sucesso como astro de telenovela até a total derrocada quando decide encenar uma versão de Rei Lear – e as coisas não saem exatamente como esperava. Mescla eletrizante de comédia de erros e retrato do artista, o livro atravessa diversas fases da carreira de Mario (e da história recente do Brasil), suas lembranças de juventude no teatro político, a incursão pelo Cinema Novo dos anos 60, a efervescência hippie do Verão do Desbunde, o encontro com o teatro de Tchékhov, a glória como um dos atores mais famosos de uma época em que a televisão dava as cartas no país. Um painel corrosivo de uma geração que viu sua ideia de arte sucumbir ao mercado, à superficialidade do mundo hiperconetado e, sobretudo, à derrocada de suas próprias ilusões.


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A glória e seu cortejo de horrores, novo romance de Fernanda Torres, autora de Fim, acompanha as desventuras de Mario Cardoso, um ator de meia idade, dos dias de sucesso como astro de telenovela até a total derrocada quando decide encenar uma versão de Rei Lear – e as coisas não saem exatamente como esperava. Mescla eletrizante de comédia de erros e retrato do artista, o l A glória e seu cortejo de horrores, novo romance de Fernanda Torres, autora de Fim, acompanha as desventuras de Mario Cardoso, um ator de meia idade, dos dias de sucesso como astro de telenovela até a total derrocada quando decide encenar uma versão de Rei Lear – e as coisas não saem exatamente como esperava. Mescla eletrizante de comédia de erros e retrato do artista, o livro atravessa diversas fases da carreira de Mario (e da história recente do Brasil), suas lembranças de juventude no teatro político, a incursão pelo Cinema Novo dos anos 60, a efervescência hippie do Verão do Desbunde, o encontro com o teatro de Tchékhov, a glória como um dos atores mais famosos de uma época em que a televisão dava as cartas no país. Um painel corrosivo de uma geração que viu sua ideia de arte sucumbir ao mercado, à superficialidade do mundo hiperconetado e, sobretudo, à derrocada de suas próprias ilusões.

30 review for A Glória e Seu Cortejo de Horrores

  1. 4 out of 5

    Fabian

    Translated to English "Glory and Its Litany of Horrors" Life in Brazil is like life in Shakespeare's times. There is violence, laughter, monarchy, anarchy... prestige and lowlifeism. Our hero, call him Hamlet--more than Lear or Macbeth (which he plays)--is undergoing a crises. Remember 8 1/2? Remember Birdman? This may be the literary equivalent with an extra ingredient: it paints the Portugese in Brazil in such bright colors. The picture is painted in fine, fine colors. That the writer herself w Translated to English "Glory and Its Litany of Horrors" Life in Brazil is like life in Shakespeare's times. There is violence, laughter, monarchy, anarchy... prestige and lowlifeism. Our hero, call him Hamlet--more than Lear or Macbeth (which he plays)--is undergoing a crises. Remember 8 1/2? Remember Birdman? This may be the literary equivalent with an extra ingredient: it paints the Portugese in Brazil in such bright colors. The picture is painted in fine, fine colors. That the writer herself was/is an actress really shows: Mario's plight is very realistic, enough to make the commoner (American?) confirm to himself that FAME certainly is a bitch.

  2. 4 out of 5

    Saymon Nascimento

    Em resposta a um repórter da Folha de S. Paulo que lhe perguntava se o verdadeiro massacre sofrido pelo protagonista do seu novo livro era uma reação aos homens estúpidos do mundo artístico da zona sul carioca, Fernanda Torres disfarçou, e foi existencial: "Eu castigaria qualquer um. As coisas me vêm com ironia; a vida é trágica". A Glória e Seu Cortejo de Horrores, o seu segundo romance, é de uma virulência sem fim, mas a sua navalha, ao ferir os seus personagens, não os despe de humanidade. A Em resposta a um repórter da Folha de S. Paulo que lhe perguntava se o verdadeiro massacre sofrido pelo protagonista do seu novo livro era uma reação aos homens estúpidos do mundo artístico da zona sul carioca, Fernanda Torres disfarçou, e foi existencial: "Eu castigaria qualquer um. As coisas me vêm com ironia; a vida é trágica". A Glória e Seu Cortejo de Horrores, o seu segundo romance, é de uma virulência sem fim, mas a sua navalha, ao ferir os seus personagens, não os despe de humanidade. A vida é trágica - a violência não é nada pessoal. Admirador ferrenho de Fim, a estreia quase acidental de Fernanda Torres na literatura, cheguei a essa obra nova com o medo terrível de estar diante de uma fraude, da evidência de que a qualidade estarrecedora do livro anterior fosse sorte de principiante. Não é. Acompanhando a imprensa, até agora não achei nenhuma crítica de verdade ao livro, como se até o resenhismo mais maldoso tivesse medo de se aproximar. Como lidar com o fato de que uma atriz talentosa, filha de dois "monstros sagrados! da tv, teatro e cinema brasileiro, ainda por cima escreva de modo espetacular e publique dois dos melhores romances deste século no país? Não é uma hipérbole, é disso mesmo que estamos falando, e já que estamos no terreno do reconhecimento do talento e do privilégio que esse talento - mais um - representa, é bom dizer que o misto de desencanto carioca e ironia perturbadora faz com que Fernanda Torres mereça ser mencionada como pertencente ao mesmo veio literário que Machado de Assis. Não se trata aqui de comparar os dois - não seria justo - mas de perceber como esse romance pontiagudo opera de modo muito parecido ao do mestre da Rua de Matacavalos. No fundo, a tragédia da vida é mais evidente quando uma existência é contada em fast-forward, como Machado e Fernanda fazem, em cenários parecidos, mas separados por pouco mais de um século. O humor que transborda do texto parece bater em falso, propositadamente - em vez da gag, o que se evidencia é um profundo entendimento do patético. É como se os eventos da vida, reduzidos ao essencial, revelem sempre a sua face mais deprimente, por melhores que sejam os momentos isolados, ou mais vívida a lembrança de alegrias marcantes. Um grande momento do livro é o transe do protagonista, um ator, na memória do seu maior sucesso no teatro, num papel em uma peça de Tchekhov. É embriagante, mas é um átimo, e as consequências que até mesmo as alegrias acabam por reverter-se para o mal. Um casamento de 15 anos, espetacularmente narrado em algumas páginas, rompe-se num segundo, num momento preciso, sem que o texto faça qualquer esforço para torná-lo um grande momento. Até os lances decisivos da vida têm a marca da banalidade. Além dessa nuvem massiva de pessimismo que se abate sobre as nossas cabeças durante a leitura, chama muito a atenção o fato de Fernanda Torres ser tão desenvolta narrando em primeira pessoa as agruras de um personagem tão masculino. É incrível - parece que o fato de ser atriz faz com que ela se ponha precisamente no lugar de qualquer outra pessoa, e o gênero nem de longe é uma barreira. Apesar da familiaridade do cenário - Rio, artistas, teatro - o texto tem uma precisão muito específica do que é ser homem, algo que ela já tinha logrado com maestria em Fim. Essa precisão, por outro lado, não se manifesta em diálogos, como se esperaria de uma atriz que começou a escrever ficção como uma peça de teatro. A ação é interna, mas cheias de marcas de oralidade. O livro é um relato não dito, represado. Está todo na mente do seu protagonista, como se Fernanda, antes de escrever um romance, estivesse compondo uma personagem e levando essa composição às últimas consequências. Há atores que criam histórias para as personagens que interpretam - Fernanda desenvolve romances inteiros para personagens que nunca vai interpretar. A marca da tragédia sem sentido - sim, ela cita a passagem shakespereana do som e a da fúria no romance, por sinal, muito erudito em referências, mas jamais reverente - pode não desaparecer em nenhuma página, mas se há algo que redime a experiência dessa leitura de ser um mergulho unidimensional na depressão é o entendimento de que se a arte não muda o fato de que a existência é um horror, ao menos dá as pessoas algum alento para enfrentar a vida. O epílogo dessa história de derrocada - mais uma vez, espetacularmente bem escrito - mostra que esse alento não é pouca coisa. É tudo o que temos.

  3. 4 out of 5

    Jenny (Reading Envy)

    I've been a subscriber to Restless Books a few years now. This came out about a year ago and I've had it on my shelves ever since. So I picked it to read for the #readwhatyouown and #readtheworld21 challenges. Set in Brazil and written by a well known Brazilian actress, it's about an actor named Mario and his fall from grace. It contains many analogies to Shakespeare which I feel someone deeper into Shakespeare will appreciate more than me. There's also a lot here for theater lovers to love, with I've been a subscriber to Restless Books a few years now. This came out about a year ago and I've had it on my shelves ever since. So I picked it to read for the #readwhatyouown and #readtheworld21 challenges. Set in Brazil and written by a well known Brazilian actress, it's about an actor named Mario and his fall from grace. It contains many analogies to Shakespeare which I feel someone deeper into Shakespeare will appreciate more than me. There's also a lot here for theater lovers to love, with some application, shall we say, of method acting, etc. It also covers themes of aging parents, revolution, and of course, fame. This would also be a good read for next year's Women in Translation Month, as the author is female but the translator is male.

  4. 4 out of 5

    Ricardo Motti

    Digamos assim: o segundo livro da Fernanda Torres é o segundo disco do Franz Ferdinand. Mais direto, mais duro, lembra o primeiro, tem trechos brilhantes e também tem uns pedaços que poderiam ser cortados. E digamos também: ninguém retrata a decadência masculina como ela.

  5. 5 out of 5

    Luiz da Motta

    Uma beleza. O livro me trouxe uma leitura da arte, do Brasil e até mim mesmo. Além de trechos hilários, que me faziam parar a leitura para dar saborosas gargalhadas. (Confirmou minha impressão sobre a leitura anterior. O livro do Milton Hatoum, que aborda a mesma época e traz personagens semelhantes, perdeu a oportunidade de se aprofundar em tudo isso que o livro da Fernanda esmiuça, investiga.) Só achei que a autora acelera um pouco a narrativa a partir do meio do livro. (Ou foi minha impressão, Uma beleza. O livro me trouxe uma leitura da arte, do Brasil e até mim mesmo. Além de trechos hilários, que me faziam parar a leitura para dar saborosas gargalhadas. (Confirmou minha impressão sobre a leitura anterior. O livro do Milton Hatoum, que aborda a mesma época e traz personagens semelhantes, perdeu a oportunidade de se aprofundar em tudo isso que o livro da Fernanda esmiuça, investiga.) Só achei que a autora acelera um pouco a narrativa a partir do meio do livro. (Ou foi minha impressão, por não querer que a leitura acabasse?) Ela resume passagens marcantes na vida do personagem em parágrafos construídos com frases curtas, sintéticas. Por que será? Sugestão editorial? Será que mais tarde sairá uma "edição do autor", sem cortes? Por que falar em 200 páginas o que se pode falar em 500?

  6. 5 out of 5

    Escotilha

    Lançado pela editora Companhia das Letras, A glória e seu cortejo de horrores é uma obra escrita pela atriz e escritora Fernanda Torres. A obra é o terceiro livro lançado pela autora, que já publicou os títulos Fim, seu primeiro romance, e Sete anos, obra que reúne crônicas que foram publicadas em revistas e jornais. Atualmente, Fernanda é colunista da Folha de São Paulo, da Veja Rio e também é colaboradora da revista Piauí. Na primeira parte do livro, escrito em primeira pessoa, o leitor já desc Lançado pela editora Companhia das Letras, A glória e seu cortejo de horrores é uma obra escrita pela atriz e escritora Fernanda Torres. A obra é o terceiro livro lançado pela autora, que já publicou os títulos Fim, seu primeiro romance, e Sete anos, obra que reúne crônicas que foram publicadas em revistas e jornais. Atualmente, Fernanda é colunista da Folha de São Paulo, da Veja Rio e também é colaboradora da revista Piauí. Na primeira parte do livro, escrito em primeira pessoa, o leitor já descobre, no início, que o título é, na verdade, um “presente” da mãe da autora, a atriz Fernanda Montenegro. Entre alguns depoimentos, em entrevistas para veículos de mídia a atriz já apontou que a frase foi dita por sua mãe, que sempre a atentava: “É a glória e seu cortejo de horrores, Fernanda”. O romance narra a vida de Mario Cardoso, ator de meia idade, que experimenta o sucesso e as derrocadas da profissão. O livro que não é segmentado necessariamente por capítulos: apresenta logo na primeira parte da obra a cena que dá o tom de toda a narrativa: o desastre de uma encenação de Rei Lear, tragédia teatral de William Shakespeare. O pano de fundo de A Glória e seu cortejo de horrores é o Brasil dos anos 60. A história que se passa em grande parte, na cidade do Rio de Janeiro, narra em conjunto com a história do ator e o teatro, as configurações políticas da época. As peças de cunho político cultural frente ao regime repressivo da Ditadura Militar (1964-85), contexto social, a incursão no Cinema Novo o e sistema capitalista selvagem da época podem ser percebidos ao longo da trama à medida que o personagem desenvolve sua história. Por Leticia Queiroz Íntegra da resenha em: http://www.aescotilha.com.br/literatu...

  7. 4 out of 5

    Carla Coelho

    Em que momento abandonamos os nossos ideias em nome do conforto material e do sucesso, esse nectar inebriante? Muitas vezes, esse caminho não se faz de modo abrupto ou consciente. São pequenas opções que se vão fazendo, portas que se fecham ali, janelas que se abrem acolá. E, de repente, aquilo em que acreditávamos já não nos norteia. Vivemos uma existência voltada para o exterior. Para muitas pessoas essa verificação não traz especial dor. Ou encontram um mecanismo de compensação à altura do pr Em que momento abandonamos os nossos ideias em nome do conforto material e do sucesso, esse nectar inebriante? Muitas vezes, esse caminho não se faz de modo abrupto ou consciente. São pequenas opções que se vão fazendo, portas que se fecham ali, janelas que se abrem acolá. E, de repente, aquilo em que acreditávamos já não nos norteia. Vivemos uma existência voltada para o exterior. Para muitas pessoas essa verificação não traz especial dor. Ou encontram um mecanismo de compensação à altura do problema, tóxico de forma evidente (como as drogas ou o álcool) ou não (como a adopção de princípios pseudo-esotéricos que nos trazem conforto). A personagem central deste livro não tem esse luxo. Jovem actor politicamente empenhado acaba por se desiludir com a ideia de que a arte pode mudar o mundo. Segue-se o sucesso mundano, as novelas, os comerciais, enquanto a vida se desmorona. Porque o seu interior também foi destruído. E um dia todo o edifício que era aquela homem descamba. Assistimos, então, ao esforço para apanhar os cacos. E a uma redenção dura onde os pequenos laivos de comédia que acompanham a narrativa desaparecem de vez. Já conhecia Fernanda Torres como actriz e sei que publicou outros livros. Este foi o primeiro que li. A maturidade da escrita e a solidez das opções narrativas fazem desta história, hiperbólica nos seus contornos, um texto em que nos podemos questionar sobre as opções que tomamos e o caminho que pretendemos trilhar.

  8. 5 out of 5

    Fabio Augusto

    O livro deixou em mim a mesma sensação do primeiro (Fim): bem escrito, com boas tiradas, escrita fluida. Por outro lado, assim como Fim, não deverá ficar na minha mente. O contexto do livro me lembrou um pouco A Humilhação do Philip Roth, um livro menor e melhor para o meu gosto que o da Fernanda Torres. Enfim, um livro médio. Divertido, mas longe de ser imperdível.

  9. 5 out of 5

    Andrea Wirkus

    sobre a Fernanda Torres romancista só tenho a dizer o seguinte: QUANDO SAI O PRÓXIMO?! mó escrita pontente, céloko.

  10. 5 out of 5

    Amanda Mendes

    Iniciei me apaixonando pela escrita de Fernanda Torres com o seu livro “Fim”, agora, gostei ainda mais desse livro por estar na posição de estudante de teatro e identificar as ricas referências do mundo cênico que a escritora trás. Evoé, Fernanda!

  11. 5 out of 5

    Ana Nehan

    “Que saída existe para um artista, pensei, que não a imolação visceral?”

  12. 4 out of 5

    Mirielen de Arantes Corrêa

    4.5 A Glória e seu cortejo de horrores são as memórias de um ator, Mario Cardoso, um ator que se inicia nos anos 70, vive seus anos de glória e, agora, vivencia a derrocada de sua carreira e os problemas da sua mãe. O livro caminha entre o presente e o passado, indo e voltando de modo único, citando algo agora e voltando depois. E isso, que pensei que seria confuso, é muito bem amarrado e até justificado, e extremamente delicioso. Fernanda Torres tem uma escrita bem característica e continuo afir 4.5 A Glória e seu cortejo de horrores são as memórias de um ator, Mario Cardoso, um ator que se inicia nos anos 70, vive seus anos de glória e, agora, vivencia a derrocada de sua carreira e os problemas da sua mãe. O livro caminha entre o presente e o passado, indo e voltando de modo único, citando algo agora e voltando depois. E isso, que pensei que seria confuso, é muito bem amarrado e até justificado, e extremamente delicioso. Fernanda Torres tem uma escrita bem característica e continuo afirmando que ela merece figurar na lista de melhores escritores brasileiros. Eu virei fã dela (como escritora) logo que li seu primeiro romance, Fim. Ela consegue retratar o Rio de forma única, e os seus personagens são sempre bem humanos (mesmo sendo machistas e isso me dando uma azia do caramba) e sempre arrancam boas risadas. Fernanda já é uma das minhas "auto-buy authors" e mal posso esperar para seu próximo livro!

  13. 4 out of 5

    Big Al

    This novel chronicles the rise and fall of an aging Brazilian actor’s career. I personally didn’t care much for the character at the centre of this novel, but it was well worth reading for the detailed insider’s perspective of the acting industry. I quite enjoyed reading about each of Mario’s acting gigs and how they continually compromised his morals/warped his soul in a new way.

  14. 4 out of 5

    Anna Raquel

    Fui bem surpreendida por esse livro. É deprimente e engraçado ao mesmo tempo, com uma linguagem intrigante sem ser indecifrável. Difícil encontrar autores brasileiros com essa proposta. O enredo em si acabou me lembrando bastante a série Bojack Horseman.

  15. 5 out of 5

    Fernando Ferrone

    Gostei muito da narrativa de F. Torres. Pretendo ler seus livros anteriores. Raro encontrar alguém que queira te contar uma história hoje em dia e não apenas impressionar os coleguinhas com exercícios metalinguísticos & intertextualidade de qualidade duvidosa. Gostei muito da narrativa de F. Torres. Pretendo ler seus livros anteriores. Raro encontrar alguém que queira te contar uma história hoje em dia e não apenas impressionar os coleguinhas com exercícios metalinguísticos & intertextualidade de qualidade duvidosa.

  16. 4 out of 5

    Camila

    Gostei muito da escrita de Fernanda Torres. Achei o livro uma delícia de ler, com uma trama interessante que mistura humor e desespero de forma muito bem amarrada. Acima de tudo, achei a linguagem do romance formidável. Não sou muito fã do final, mas recomendo!

  17. 5 out of 5

    Willian Welbert

    Melhor ainda do que "Fim" da mesma autora, que já é um livro ótimo, o personagem principal, Mário, me absorveu e me fez engolir página após página como nenhum outro livro tinha feito há um bom tempo

  18. 4 out of 5

    Isabelle

    obrigada, Fernanda Torres.

  19. 5 out of 5

    Charlie

    3.5 stars. Torres writes a life-narrative of an actor with the knowing perspective of someone who has lived it-- or at least come into contact with some of the blustery men like Glory's Mario Cardoso. There's elements of picaresque in the early goings of this novel, as Mario finds his way through different forms and scenes of acting and narrative arts, from the 'revolutionary' flippancy of orgiastic hippie theatre to the actual revolutionaries, staging class consciousness for the laborers far fr 3.5 stars. Torres writes a life-narrative of an actor with the knowing perspective of someone who has lived it-- or at least come into contact with some of the blustery men like Glory's Mario Cardoso. There's elements of picaresque in the early goings of this novel, as Mario finds his way through different forms and scenes of acting and narrative arts, from the 'revolutionary' flippancy of orgiastic hippie theatre to the actual revolutionaries, staging class consciousness for the laborers far from the urban centers, to bourgeois theatre-making and avant-garde cinema, all the way to mass-market television productions and back again to regional Shakespeare. This is paired with a narrative of grief centering around Mario's mother, slowly fading from dementia. All of this is well and good, but the structure of the novel gets upset with some late-stage theatrics that I think work in and of themselves, maybe don't fuse totally well with the novel as it's been set up in the first 85% of the page count.

  20. 4 out of 5

    Valeria

    Sem muitas expectativas mas com curiosidade, comprei este livro para explorar a transformação da atriz em escritora e a curiosidade valeu a pena. É um retrato ácido do Rio e de uma certa panelinha carioca de artistas metidos a intelectuais. É uma visão de raio X de um um ator com certo talento, porém um homem medíocre, que acaba acreditando na bajulação que vem com a fama e o dinheiro, e por suas próprias escolhas acaba despencando na sua descida aos infernos.

  21. 4 out of 5

    Cezar Dranka

    Não é tão bom quanto "Fim", mas mesmo assim é muito bom! Escrito de uma maneira muito fluida e divertida. Narra os sucessos e principalmente os fracassos de Mario Cardoso, um ator por vocação. Só fiquei um pouco perdido em algumas partes em relação às diversas referências que a autora faz envolvendo teatro, cinema, literatura, filosofia, etc, mas nada que comprometa a leitura.

  22. 4 out of 5

    Flavia

    O que mais gostei nesse livro, foi de como algumas situações (e pessoas) foram narradas de forma engraçada e em um tom irônico, até mesmo ridículo. E como penso que uma visão bem-humorada sobre as coisas é muito mais interessante do que uma depressiva e saudosista, foi uma leitura leve, agradável e rápida.

  23. 4 out of 5

    Marina Morena

    « Você pode igualar as classes, distribuir o lucro, mas ainda está para ser inventada a fórmula que dê fim ao narcisismo. E mesmo hoje, depois de anos corridos, vejo que a escalação nunca foge das regras eternas do physique du rôle. Alguns nasceram para galã, outros para pai nobre. Uns para tirano, outros para cômico. Sendo que a grande maioria veio ao mundo para fazer figuração. »

  24. 4 out of 5

    Alan Henrique

    O livro conta a história do ator Mário Cardoso, a partir de uma grande decepção durante a encenação da peça Rei Lear. Daí começamos a conhecer melhor Mário, seu passado, seu íntimo. Por fim, a derrocada e uma grande surpresa. Fernanda, só te peço uma coisa, continue a escrever! Nota: 4.0/5.0

  25. 4 out of 5

    Maria Clara

    Fernanda Torres tem uma escrita única, que nos fascina desde o primeiro parágrafo! E que venha o terceiro!

  26. 5 out of 5

    Gabriel Franklin

    "A vida separa as pessoas, como separa a gente de nós mesmos."

  27. 5 out of 5

    Rafael Castro

    Achei bem fraquinho. O primeiro livro dela (FIM) era muito melhor.

  28. 4 out of 5

    Thaís Nagalli

    Genial e emocionante!

  29. 4 out of 5

    Marcos Renaux

    Bem escrito, interessante, com momentos brilhantes, mas no geral dá uma ideia de um "sub-Philip Roth". Minha recomendação para este livro é mais para "neutro" do que "não perca".

  30. 5 out of 5

    Barbara

    "...E Mário, conhecedor das fraquezas, da ambição e da loucura do personagem, cumpriu, como nenhum ator cumpriria, o seu destino de Macbeth"

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